domingo, 13 de setembro de 2009

OS QUATROS PRINCÍPIOS CRISTÃOS PARA A SALVAÇÃO.

Os Quatro Princípios Cristãos para a Salvação


Com todo sentimento em Deus e de forma simples, não com sabedoria humana, mas com sabedoria de Deus concedida pela graça e misericórdia do Senhor Deus, falaremos acerca dos princípios que todo aquele que almeja salvação de Cristo necessita ter para triunfar com o Senhor na Glória.

Quando a mãe e os irmãos de Jesus queriam falar-lhe, a Bíblia registra que Jesus disse:

“A minha mãe, e os meus irmãos, são todos aqueles que fazem à vontade de meu Pai que está no céu” (Mateus 12:50).

Se meditarmos nas palavras de Jesus contida no texto acima, que abrange em descrever a verdadeira família de Jesus, e se analisássemos todo o contexto (Mateus 12:46-50), descobriríamos o segredo de sermos irmãos de Jesus, pois o segredo de sermos irmãos de Cristo, segundo as palavras de Jesus, é fazer a vontade de Deus Pai que estás no céu.

Todos os seres humanos são criaturas de Deus, mas somente aqueles que fazem à vontade de Deus é que são filhos de Deus (João 1:12).

Deus de um homem chamado Abraão fez uma nação, e esta nação prevaricou, pois não obedeceram aos mandamentos do Senhor, e se ensoberbeceram, portanto ainda que esta nação chamada Israel seja como a areia do mar, somente o remanescente é que será salvo (Romanos 9:27).

À vontade de Deus está caracterizada nos princípios de salvação, do qual examinaremos.
Se dissermos ter Jesus, e se acreditamos estar em Jesus, ou e com Jesus, mas se não tivermos estes princípios interligados como que um só, enganamos a nós mesmo, e estamos longe do verdadeiro cristianismo, e andamos em passos largos para o inferno.


O que falaremos não é teológico aprendido em seminário, mas é verdadeiro, por ser um conhecimento vindo do alto de forma sobrenatural manifestada no natural, não transgredirá o contexto exegético da Palavra Eterna do Senhor Jesus, pois o Senhor é Deus de paz e amor, e não de confusão.

Nota: Tenhamos em mente que os princípios de salvação e os princípios cristãos são os mesmos.

Primeiro princípio: Fé
Como um princípio de salvação nós podemos dividir a fé em dois elementos:

Como primeiro elemento se encontra escrita na Bíblia como “o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não vêem” (Hebreus 11:1). Esperamos em Deus pela fé, e pela fé provamos ser verdadeiro a nossa esperança.

No segundo elemento, a fé é: “dar crédito, aplicar e confirmar algo em que se dar testemunho afirmativo”.

Um exemplo se encontra em Isaias 53:4

“Verdadeiramente, Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si, e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido”.

Se acreditarmos nesta passagem, nós estamos dando crédito, se damos crédito nós passamos a orar para Jesus curar, com base nesta passagem, (isto é aplicação), e quando deparamos com os enfermos, nós oramos pelo direito de saúde que pela promessa foi afirmada, (isto é confirmação).
Na passagem bíblica que relata a cura da mulher com um fluxo de sangue, (Mateus 9:18-26) aquela mulher vendo Jesus passar pelo meio da multidão que apertava o Mestre, tocou em suas vestes, e foi sarada. A disposição e perseverança de ir até Jesus, nos dar a entender que ela acreditou que Jesus lhe poderia curar (ela deu crédito), depois ela tocou nas veste de Jesus, ou seja, ela aplicou o que dava crédito.
Quando Jesus perguntou quem havia lhe tocado, ela confirmou a sua fé, confessando que era ela que lhe havia tocado em suas vestes.
Quem tem fé, acredita na Palavra de Deus, aplica o que dela está escrito através do testemunho e das obras, e confirma levando aos outro o evangelho (praticando o ide de Jesus).

A fé é indispensável para salvação, não somente no ato em que se aceita Jesus Cristo, mas em toda vida cristã, pois é um princípio cristão; é como que se fosse uma célula do corpo que não se pode morrer. (Tiago 1:21-25)

A palavra de Deus nos informa que “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11:6), esta passagem bíblica foi uma exortação para todos que proferem estarem salvos.

Agora indagamos, se já teve a fé para conhecer e reconhecer o senhorio de Cristo é possível deixar tê-la?

Sim, a Palavra nos informa que nos ultimos dias apostarão alguns da fé dando ouvido a espíritos enganadores e a doutrina de demônios (1Timóteo 4:1).

Tiago, o santo homem de Deus, na sua carta ou epístola, nos deixou escrito “que o diabo crê e estremece” (Tiago 2:19), mas não obedece (Judas 1:6).

Ora, o simples crer é acreditar, é saber que existe; a fé é crer no que se não vê (Hebreus 11:1). Então crer e ter fé tem diferença.

Todas as vezes que a Palavra do Senhor testifica que Jesus disse, que aquele que crê será salvo, é um crê mediante a fé, ou seja, se crer que Deus é bom, nos necessário é, buscarmos a plenitude da presença desse Deus.
Quando o crente não tem fé, é porque ele creu pela fé quando aceitou a Jesus, mas se acomodou e voltou a viver no máximo crendo, mas sem aplicar e confirmar, vivendo na apostasia.

E nos dias atuais o crescimento tem se multiplicado, em vidas que professam o cristianismo, até vivem uma santificação, mas aposentaram a sua fé, vivendo uma vida em conformidade com o mundo e suas libertinagens.

Estamos nos fim dos dias e o Senhor Jesus Cristo está para voltar e arrebatar os fiéis a tua Palavra para morar com ele na Glória, mas será que quando o Senhor voltar encontrará fé na terra? (Lucas 18:8)
A fé quando se da crédito, se aplica, e se confirma, ela traz um fruto que muito tem sido empregado de forma distorcida.

Este fruto se chama “obras”.

Tiago deixou escrito que fé sem obras é morta (Tiago 2:20-26), isto é, fé sem obras não é uma fé genuína e santa, pois a fé no seu grau perfeito traz as obras para serem manifestadas através da fé.

Como exemplo, suponhamos que se deseja alcançar uma benção (um dom, por exemplo) e se faz uma campanha de jejum para receber a benção. Nós temos a fé manifestada na obra, (neste caso o sacrifício do jejum é a obra, e o que nos leva a irmos firmes neste sacrifício é a fé).

As obras são o resultado da fé,

A unidade da fé: fé e obras, ou fé e sacrifícios:(Tudo que fazemos para o Senhor, é obra, como demonstração de fé).

Para se ter fé e permanecer com ela, temos que se alimentar da palavra de Deus, ouvindo-a (dando crédito), praticando-a (aplicação) e compartilhando-a (confirmação).
(Acerca da fé, confiram Romanos 1:17; Gálatas 3:11; Hebreus 10:38; Hebreus capitulo 11).

Segundo princípio: Santidade

O segundo princípio de salvação é a santidade, a Bíblia nos exorta a ser santo, porque Deus é santo. (Levítico 20: 7,8).

“E ser-me-ei santos, porque eu, o SENHOR; sou santo e separei-vos dos povos, para serdes meus” (Levítico 20:26).

“E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade” (Efésios 4:24).

A Bíblia relata que é o Senhor que nos santifica. (Levítico 22:32)

Lembramo-nos que Deus não nos chamou para imundícia, mas sim para santificação, e ele nos santificará em tudo para toda boa obra, pois perfeito é o nosso Senhor, e o Todo Poderoso também nos fará.

Santidade significa ser separado, e ser puro. Todas as pessoas que vivem a santificação de Deus vivem separadas das coisas mundanas, e da impureza.

“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá a Deus” (Hebreus 12:14).

Somos exortados a vivermos separados dos prazeres deste mundo, que segundo a palavra de Deus, está morto no maligno.

“Adúlteros e adúlteras não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus?
Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus”. (1 João 3:1-3) (leia Tiago 4:4).

Mundo se refere: ao sistema que está degradante em relação aos preceitos e doutrinas bíblicas; aos desejos pecaminosos e libertinos, apresentado a sociedade como que se fora algo de normalidade, e tudo aquilo que vai de encontro contra as santas Escrituras.

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele” (1 João 2:15).

A santificação abrange o corpo, a mente e o espírito.

Um corpo santificado é puro, pois a santidade odeia o pecado (Romanos 6:10); o nosso corpo é templo e morada do Espírito Santo (1 Coríntios 3:16), por isso deve-se fugir da prostituição (1 Coríntios 3:18); o nosso corpo tem que ser para o Senhor em santificação; Deus tem que ser glorificado e engrandecido através de nossos corpos (1 Coríntios 3:19, 20)

A mente santificada pensa nas coisas que são do céu, busca o dom que vem do alto, achega-se a Deus sem medo, e tem a mente de Cristo. (Tiago 1:17,18)

Um espírito santificado não vive cometendo os pecados espirituais, pecados esses que não são ligados ao corpo, mas aos sentimentos; esses pecados espirituais são chamados de obras da carne pelo fato de que “carne” neste contexto não estar referindo exclusivamente do corpo, mas sim, de todos os desejos mundanos. (ex: ciúme, ódio, inveja, intrigas...).

A santidade está ligada não como regra de lei, mas pela manifestação do Espírito de Deus; uma pessoa não é santa porque se porta de boa aparência exterior, mas a santidade tem inicio no interior, que se reflete no exterior; uma pessoa, por exemplo, não é santa porque cobre o seu corpo até o pescoço, mas quem se veste com moderação, com pudor, com modéstia, com roupas que não tragam sensualidade, e que não modele ou chame atenção para o seu corpo, demonstra uma separação do mundanismo nestas áreas; a santidade não é se desligar do mundo, ou se esconder numa casa e não conhecer ninguém, mas santidade é se separar das coisas que nos pode levar ao pecado.

A santidade não se tem por sacrifício, por esforço, ou mérito humano, mas pelo Espírito, pelo sangue de Jesus, pela Palavra.

O sangue de Jesus purifica e perdoa os pecados, nos enche de graça e nos imuniza da justiça da Lei; (1 João 1:7).

O Espírito nos separa das coisas mundanas, carnais, e tradicionais humanas;

A palavra nos purifica de fé em fé, e nos aperfeiçoa ao varão perfeito, segundo a imagem de Jesus Cristo.

A santificação é: estar em Cristo; ser separado e puro; pois “aquele que está nele deve andar como ele andou” (1 João 2:6), ou seja, obedientes à sua palavra, pois a obediência à palavra de Deus nos santifica, pois a palavra santifica, pois é a verdade (João 17:17).

Para estarmos em Cristo não pode haver pecado, o sangue que Jesus derramou na sua morte de Cruz nos purifica de todo pecado; o Espírito se nós dermos lugar, nos separa das coisas imundas deste mundo; a palavra se lhe dermos fé, ela nos doutrina e nos guarda.

Muitos servos (as) de Deus não entendem o significado de santidade ou santificação para os crentes, pois alegam não ser santos (as), chegando a essa linha de raciocínio porque são pecadores. A palavra santidade significa: separado e purificado.

Logo todo crente que não vive no mundo com as suas concupiscências é separado, e toda aquele que não vive debaixo do pecado é puro.

Quando pecar lembre-se que temos um advogado no céu que estar junto ao Pai, seu nome é Jesus Cristo, o justo. (1 João 2:1).

Saibamos que não somos pecadores porque pecamos, mas pecamos porque somos pecadores, por isso é que somos ensinados a andar em espírito para não cumprirmos a concupiscência da carne, ou seja, se fazermos somente as coisas espirituais, a carne pecaminosa será sacrificada.
Acerca de santificação leia 1 João 3:1; Hebreus 13:4; 1Tessalonicense 4:1-7; 1 Pedro 1: 15.

Terceiro princípio: Obediência

“E nisto sabemos que o conhecemos, se guardamos os seus mandamentos” (1 João 2:3), (leia, 1 João 2:4, 5).

A Palavra de Deus nos informa que a ira de Deus está sobre os filhos da desobediência. Saibamos que todo pecado é uma desobediência à ordem Divina, e devemos absolver em nossa consciência, que se nós professamos amar o nosso Deus, temos que obedecer, pois registra as escrituras que quem ama o Senhor, lhe obedece.
Lembremos do triste fim da esposa de Ló que desobedeceu a voz de Deus, que lhe ordenou para que não olhasse para trás, mas ela desobedecendo ao Senhor, olhou para trás, e no mesmo momento se tornou em uma estátua de sal (Gênesis 19:17 – 26), não porque Deus abandonou de ser misericordioso, mas foi o salário do pecado daquela mulher (Romanos 6:23), que ao desobedecer à voz Divina, deixou de receber um grande livramento, pois desobediência é pecado, e registra a Bíblia que a ira de Deus está sobre os filhos da desobediência. Saibamos que quando se trata de desobediência.

“Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está à verdade” (1 João 2:4).

A nossa fé tem que ser seguida de obediência, pois “nem todos que me diz, Senhor, Senhor entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade do Pai que estás nos céus” (Mateus 7:21).

Quarto princípio: Amor

“Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é caridade”. (1 João 4:8)

Como um princípio de salvação e cristão, podemos dividi-lo em dois elementos:

- Amai a Deus sobre todas as coisas
- Amai ao teu próximo como a si mesmo


Com esse dois elementos do amor cumpriremos a lei moral.

Devemos compreender que o amor não está ligado ao pecado, pois como um princípio de salvação, o amor não é carnal e humanista, não tem preconceito, não tem etiquetas, não tem religiosidade, não tem fingimento, não é orgulhoso, não é duvidoso e nem chantagista.

O amor como um princípio de salvação é espiritual, justo, misericordioso, benigno.
A carta paulina de primeiro aos Coríntios no capitulo treze, nos ensina algo sobre a doutrina do amor.

O amor salvíco não é libertino, não é movida a razão.

Vivemos em um tempo em que o amor perdeu o seu sentido dentro da casa de Deus, hoje ele é muito empregado para defender ou acoitar pessoas que professando ser salvas e cristã, nunca conheceram Jesus, pois não manifestam em sua vida os princípios de um cristão.
Saibamos que esses princípios são manifestados por Deus através do Divino Espírito Santo.
Não devamos esquecer que o juízo de Deus está sobre as pessoas que estão debaixo do pecado, mas que todo aquele que se arrepender, confessar e crê no Senhor Jesus, será salvo vivendo dentro dos princípios de salvação (princípios de um cristão).

Pois “nisto são manifestado os filhos de Deus e os filhos do diabo: qualquer que não pratica a justiça, e não ama o seu irmão, não é de Deus” (1 João 3:10).

Podemos ser afligidos com facilidade, ter uma carne melindrosa, estamos sujeito ao erro e a queda, sermos fraco, mas se lutarmos contra o pecado, e se fizermos de tudo para não erramos, temos ao nosso favor as mãos de Deus.

As pessoas mais fracas, mas que com sinceridade querem está firme em Deus, devem receber da Igreja do cordeiro o amor e a misericórdia, mas aqueles que brincam e não querem nada sério, ou que estão convencidos e não convertidos, e que não se arrependem dos seus atos pecaminosos, não podem ser considerados os seus atos com desculpas, pois isto trás emoções humanas.

O juízo parcial de Deus para os cristãos, mesmo aqueles que não se arrepende de seus atos, vem para corrigir, para que através da correção de Deus passem a ser sincero na presença do Altíssimo, pois Deus não quer que nenhum daqueles que professam o seu nome se perca.
Infelizmente pessoas que deviam dar exemplo na casa de Deus, não tem manifestado os princípios de Cristão, e tem agido sem compromisso com Deus e respeito santo com a tua palavra.

A Bíblia nos ensina a fugir de tais pessoas (a não ser se elas quiserem mudança na sua maneira de viver) para que elas se sintam envergonhadas e voltem ao genuíno cristianismo.

Amemos com um amor puro, e que possamos aprender com os ensinamentos do apóstolo João, servo do Senhor; “um novo mandamento vos dou:

Que vos amei uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos amei” (João 13:34).

Não tenhamos um amor cheio de libertinagem e não sejamos de duplicidade, pois Deus começou a boa obra, e o próprio Senhor aperfeiçoará.

Sobre o princípio do amor leia: 1 Tessalonicenses 4:9,10; João 13:34, 35; Mateus 5:44, 46

Abraão e os Princípios Cristãos

Falamos de fé, santidade, obediência e amor. Estes princípios de salvação se entendem bem se analisamos a chamada Divina de Abraão ou Abrão.
Deus disse a Abrão para sair do meio da tua parentela, e da casa de teus pais, e a terra em que Deus lhe mostraria (Gênesis 12:1-4).
Abrão vivia em Ur na terra dos Caldeus, era mais um pagão dentre todos da cidade. Deus o escolheu, e ao chamá-lo já lhe imputou ter os princípios de um cristão.
Deus lhe ordenou sair do meio da tua parentela e da casa de seus pais, isso implica fugir dos ídolos e do paganismo da sua terra.
Os princípios dos Cristãos são manifestados em Abrão (Abraão):

Santidade:
Já analisamos que santidade significa: Ser separado e puro.
Foi o que Abrão fez, ele se separou da sua parentela com todo o seu paganismo, e saiu da presença de seus pais, não tendo mais os ensinos idólatras e maléficos, isso foi uma forma de se purificar.

Fé:
Abrão (Abraão) teve que ter fé, pois ele creu naquilo que ouviu, aplicou e confirmou a sua fé, obedecendo à ordenança Divina.

Obediência:
Ele obedeceu indo por meio a fé, ao destino da terra, aonde Deus lhe mandara.
Décadas depois, já com o nome mudado de Abrão para Abraão, para provar a tua fé, Deus requer de Abraão de novo obediência, quando o manda sacrificar a tua promessa recebida, a saber, Isaque, seu filho único com Sara, filho que Deus prometera ao casal já velho, que eles o teriam, e que dele faria uma grande nação [às vezes temos que abrir mãos de bênçãos como prova de obediência a Deus].

Amor:
Para deixar a casa de seus pais, Abraão demonstrou amor pelo Deus invisível. Na prova de Abraão, ele levou teu filho ao monte Moriá, e quando ia sacrificá-lo, Deus interferiu com solução para Abraão. [aprendemos que não importa a luta não importa a prova, até o ultimo momento, Deus tem providência para você] Deus conseguiu que Abraão cumprisse a sua ordenança. Ao colocar a vida do seu filho em sacrifício para obedecer a Deus, Abraão demonstrou amor para com Deus.
Deus queria que Abraão sacrificasse Isaque do seu coração, pois o Senhor nosso Deus tem que ser a primícias em nossos corações.

I Coríntios 13:13
“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três; mas a maior desta é a caridade”. (Revista e Corrigida tradução de João Ferreira de Almeida).

“Agora, pois, permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor. A maior delas, porém, é o amor”. (Edição Pastoral – Sociedade Bíblica Católica Internacional e Paulus).

“Agora, portanto, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três virtudes; mas a maior delas é a caridade”. (traduzida em português, segundo a vulgata latina, de padre Figueiredo)

Paulo não está dizendo no Capítulo 13 que os dons espirituais se findaram, mas está dando ênfase à importância do amor, da fé e da esperança, pois estas três tendo o amor como a maior delas, a base necessária para a vida de um cristão.
Analisamos o versículo 13 de 1 Coríntios 13 em relação aos quatros princípios de salvação:

Amor: princípio de salvação principal, a excelência e a essência da vida (pois abrange todos).

Fé: princípio de salvação. (sem este princípio é impossível agradar o nosso Deus).

Esperança: no sentido cristão é o ato de quem aguarda o arrebatamento do Senhor Jesus Cristo.

Se esperarmos em Deus, devemos esperar em obediência (princípio de salvação), e devemos esperar em santificação (princípio de salvação), tendo paz com os homens e com Deus, nos regozijando na paz de Deus que nos foi dada por Jesus Cristo.

Conclusão
Muitos que não andam segundo ensinam as Santas Escrituras, alegam ser criados a imagem e semelhança de Deus, debaixo da égide de que Deus fez o homem a sua imagem e semelhança, e se justificam dizendo que Deus não lançaria ninguém que a sua semelhança para o inferno.

Quando a Bíblia relata que o homem foi feito à imagem e semelhança de Deus, está referindo a situação primária do homem, que no caso de Adão e Eva eram sem pecados, e no nosso caso que nascemos sem pecado, ou seja, éramos perfeitos, mas tanto nós como Adão e Eva, e tanto nós, quando pecamos pela primeira vez, deixamos de ser a imagem e semelhança de Deus, pois destituímos da glória de Deus, por isso que devemos buscar a comunhão e os princípios de salvação, para que de glória em glória, de fé em fé, de degrau a degrau, sejamos semelhantes, segundo a imagem ao varão perfeito, Jesus Cristo, homem.

Israel era protegido por uma muralha, isso fazia com que o povo não se prostituísse com os costumes e o paganismo dos povos vizinhos.

Nós temos uma muralha que nos cerca, mas existem partes da nossa muralha que ainda estão frágeis, e que o Senhor precisa trabalhar, são principalmente nessas partes da nossa muralha (essas áreas de nossa vida) é que devemos está como um bom atalaia (sentinela), atento na torre de vigia, pois se não vigiarmos, qualquer vento maligno ou soldado inimigo poderá lançar nossa muralha por terra, trazendo a ruína e a prostituição espiritual.

E que possamos ser como crianças, pois se não nos tornamos como as tais, não poderemos entrar no Reino de Deus.

Uma criança é humilde, mas Jesus quando nos ensina a ser como elas, aborda o fato da dependência, pois quanto mais criança se é, mais dependente se é.

Que Deus nos guarde com esses princípios para que possamos ter direito da árvore da vida, e de estarmos junto com Jesus Cristo na Glória.

Muitas pessoas dizem crer no Senhor, mas não guardam os seus princípios, na verdade acreditam no Senhor, mas da sua maneira, e esquece que, o que se faz alguém existente é a sua identidade, e Deus tem a sua identidade que se chama Bíblia Sagrada, a palavra viva de Deus, o meio de conhecemos a vontade de Deus, pois devemos crê, obedecer, amar e ter fé em Jesus como diz as escrituras, pois foi Jesus quem disse:

“Quem crê em mim, como diz as Escritura, rios de águas vivas correrão do seu ventre” (João 7:38).

Que a paz de Deus que transcende todo o pensamento seja com todos, e que Deus nos firme dentro desses princípios sagrados de salvação, que alicerça a vida de um cristão que serve a Deus em espírito e em verdade.

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